Equipe da UNITAU realiza trabalho de campo na rota do Caminho do Ouro - Postado em 22/09/2011
Uma equipe de professores e de estudantes da Universidade de Taubaté (UNITAU) parte, às 7h do dia 24 de setembro, para as cidades de Taubaté, de Lagoinha e de Cunha. Trata-se de uma atividade de campo do projeto Caminho Antigo do Ouro: uma rota redescoberta entre as vilas de Paraty e Taubaté, do Centro de Documentação e Pesquisa Histórica (CDPH) da Instituição.
Nesse trabalho, cerca de 50 pessoas, incluindo graduandos de História e de Geografia, professores da Universidade e de escolas públicas, irão acompanhar a ação nas cidades.
O grupo irá inserir vinte e cinco placas com o logo da Universidade, do projeto e dos parceiros da ação em um percurso de 78 km. As placas serão colocadas em locais pré-determinados pela equipe em duas visitas anteriores, feitas nos meses de abril e de maio, e demarcarão pontos da Rota do Ouro.
Para a Profª Ms. Rachel Duarte Abdala, uma das responsáveis pelo projeto, as atividades trabalham com a questão da identidade de moradores de comunidades às margens da rota, além das mudanças na história dos municípios do percurso. “A cidade de Taubaté tem uma importância histórica desconhecida pelos seus próprios habitantes, a redefinição da rota muda não só a história da cidade como a do Brasil”, destaca a professora. Também coordenam o projeto, os professores Dr. Mauro Gonçalves Castilho e Ms. Eduardo Carlos Pinto.
CAMINHO ANTIGO DO OURO
O projeto de extensão universitária Caminho Antigo do Ouro é formado por alunos e professores dos cursos de História e de Geografia da UNITAU. O intuito é o de consolidar o papel de Taubaté na formação cultural e econômica do Vale do Paraíba e incluir o município nas discussões historiográficas sobre o tema.
Programado para terminar ao final de 2012, os produtos finais serão um material didático para ser distribuído em escolas municipais e um vídeo documental, produzido em parceria com a Câmara Municipal – também apoiam o projeto o Apart Hotel Olavo Bilac, a Divisão de Museus e Arquivo Histórico da Prefeitura Municipal de Taubaté, entre outros.
O trabalho é baseado na pesquisa da paleólografa Lia Carolina Prado Alves Mariotto, que acompanha as atividades do grupo.
Pierre Cruz
ACOM / UNITAU